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O Princípio da Oração

Existem coisas que mudam na igreja e outras não. Programas, organizações e eventos estão sempre sujeitos às novas adequações, mas a importância da oração sempre foi e sempre será vital para a igreja. Jesus ensinou aos seus discípulos que a oração é uma conversa íntima com o Pai. Não deve ser contaminada pela hipocrisia e pelo mecanicismo. Muitas orações não são dirigidas a Deus, mas a uma imagem criada ou à pessoa que está ao lado. Na oração de Jesus vemos como o Mestre nutria seu relacionamento com o Pai, com o próximo e consigo mesmo. 

Ao começar a orar Jesus foca a conversa no Pai, mais especificamente em seus atributos. Ele O reconhece como “O Santo que está no céu”. Em nossas orações, às vezes só falamos de nós mesmos, mas Jesus nos ensina, pelo exemplo, a falar sobre Deus. Isso fortalece e clareia nosso relacionamento com o Pai. Temos muito a falar na oração, temos que falar sobre a grandeza do poder de Deus, sobre a fidelidade de seu infinito amor e muitas outras coisas deste Deus maravilhoso. 

Depois de falar a respeito de Deus, Jesus fala sobre a necessidade do mundo, “que Sua Vontade seja feita na terra como é feita no céu”. Realmente só oramos por aquilo aue nos importa. Isso mostra a importância que Jesus dá à necessidade do mundo. Os discípulos entenderam que deviam se importar com as necessidades do mundo e não serem indiferentes às carências do próximo. Hoje devemos orar pelo surto do novo corona vírus na China, pelo aquecimento global e pelos danos provocados pela consequência das chuvas.

Em seguida, Jesus fala sobre sua necessidade mais básica, “o pão de cada dia”. O pão representa nossa alimentação. Sem comida não temos força para fazer nada. É através dela que permanecemos e realizamos nossos planos. Conseguir alimento é algo relativamente fácil, porém, mesmo assim, Jesus ensina a colocá-lo diante de Deus para que Ele nos abençoe. Podemos orar por outras necessidades pessoais básicas como o vestir, o dormir, o lazer e etc.

Por fim, depois de entrar nos porões da própria alma, chegou a hora de falar na oração ao Pai  as necessidades pessoais mais profundas, “perdoa os nossos pecados”. O perdão é uma necessidade profunda, subjetiva, que apenas a própria pessoa é capaz de reconhecer o tamanho da sua necessidade e experimentar a alegria e a vida que esta libertação oferece. Devemos compartilhar com o Pai nossas necessidades mais profundas. Além do perdão podemos falar sobre nossos medos, nossas ansiedades, nossos desejos e tudo que está lá no profundo dos nossos corações.

Precisamos orar mais e melhor. Não podemos ter medo de nos apresentar a Deus como somos, e nem mesmo de deixar de falar por acharmos que Ele não quer ou não gostaria de ouvir o que temos a dizer. Temos que nos apresentar a Deus com sinceridade e transparência, como Moisés que retirou as suas sandálias para ficar sem nada entre ele e o Deus Pai. 

Thiago S. da Rocha

Celebrando a glória do Reino de Deus

“O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre”. (Apocalipse 11:15)
O Reino de Deus é uma mensagem da Bíblia. Ele mostra que Deus não está distante de cada um de nós, mas bem perto. Os livros da Bíblia que mais falam deste Reino são Isaías, Mateus e Apocalipse. O Reino de Deus é a supremacia do Espírito Santo na vida. Ele não veio com aparência exterior, mas é uma realidade na vida do discípulo. Se Jesus habita no coração do discípulo aí está o Reino de Deus. Porém este Reino há de revelar a sua plenitude na volta de Jesus, onde se manifestará de forma visível e também fora de nós.
Podemos testemunhar deste Reino vivendo com alegria e esperança. Se refletirmos bem veremos que na vida com Deus temos mais alegrias do que tristezas. Mesmo diante das adversidades precisamos encher nossos corações apenas de coisas que podem nos dar esperança. Nossas palavras e o nosso testemunho pessoal levarão alegria e esperança às pessoas que estão escravizadas pelo reino da morte.
Desastres, tragédias, notícias ruins sempre existirão, mas não vamos nos prostrar diante da vida. Vamos aproveitar estas oportunidades para praticarmos nosso amor. A questão não é se as circunstâncias são boas ou ruins, mas como reagimos aos fatos. Jamais perderemos a esperança porque sabemos que o Reino de Deus já está entre nós e que um dia ele de manifestará em sua plenitude. E quando isso acontecer toda dor cessará definitivamente.
Thiago S. da Rocha (pastor da igreja)

O Reino de Paz

“O próprio Senhor da paz lhes dê a paz em todo o tempo e de todas as formas. O Senhor seja com todos vocês.” (2 Tessalonicenses 3.16, NVI)

A paz é um atributo de Deus. Isso significa que Deus vive em perfeita paz. Ele não perde sua tranquilidade e serenidade diante das circunstâncias. Elas não o surpreendem, pois Ele é onisciente e onipotente. Confiantes neste Deus, podemos experimentar esse conforto espiritual que ultrapassa os limites da razão em qualquer circunstância.

É também através dos relacionamentos que a paz deve existir. Deus trabalha para promover a paz. Os filhos de Deus devem agir como pacificadores. Esta é uma virtude dos cidadãos do Reino de Deus. Embora nossa natureza nos incline para a guerra, devemos buscar incessantemente a paz em todas as relações. 

Embora constatemos que a paz esteja ausente no mundo inteiro e de muitas formas, não perdemos a esperança pois o Reino de Deus, o Reino da paz, está entre nós e, um dia, ele se revelará plenamente eliminando todo o mal.

É com a paz que podemos ter tranquilidade para avaliar uma situação e procurar a melhor solução. É com a paz que a unidade é promovida. Nesse versículo, Paulo está orando para que os tessalonicenses experimentem a paz. Que nossas orações possam, da mesma, desejar a paz para todas as pessoas. 

Thiago S. da Rocha